Quinta-feira, Dezembro 15, 2011

Desbloquear minimodem HUAWEI

O desbloqueio gratuito de aparelhos no Brasil passou a ser realidade faz pouco tempo.

Existem alguns modens antigos que ainda são bloqueado. Mas, quem tem minimodem da Huawei, tem um pouquinho de sorte: existe uma calculadora que gera o código de desbloqueio gratuitamente!

Para desbloquear seu minimodem, você precisa do número de série – o IMEI- que está na etiqueta do modem ou na nota fiscal. Basta colocar o IMEI nessa caluladora e gerar o código. Feito isso, anote o código, coloque um chip de outra operadora no modem e ligue no computador. Irá pedir o código de desbloqueio. Insira o código que você anotou e voilá!

Atenção: esse procedimento é válido para os modelos E1550, E155, E156, E156G, E160, E160G, E161, E166, E169, E169G, E170, E172, E176, E180, E182E, E196, E226, E270, E271, E272, E510, E612, E618, E620, E630, E630+, E660, E660A, E800, E870, E880, EG162, EG162G, EG602, EG602G. Faça o procedimento por sua conta e risco!


http://a-zgsm.com/huawei.php

Sexta-feira, Agosto 12, 2011

Cirurgia no Joelho parte II

Próxima segunda-feira, dia 15 de agosto completam 2 meses que me submeti a uma cirurgia artroscópica no joelho esquerdo. Devido a um tombo que levei no trabalho, eu caí de uma altura de menos de 2 metros, porém caí desequilibrado e em cima de uma perna só. Resultado, tive vários edemas, rompimento de uma parte do menisco, outras coisas mais que estão lá no laudo da ressonância magnética e rompi o ligamento cruzado anterior, esse que foi o grande problema.

Já descrevi aqui como foi a cirurgia, que no meu caso não tinha como evitar. Após 3 longos meses de fisioterapia, o acidente foi no dia 28 de março, plena segundona, umas 9:30h da manhã. Depois de vários exames e tratamentos eu estava "recuperado" pelo menos andava sem muletas e sem mancar, porém não tinha firmeza no joelho. Qualquer escorregão faria uma nova lesão, além do que não conseguiria andar em terrenos acidentados, e meu joelho doía muito ao subir ou descer uma simples ladeira. Caminhar na rua poderia trazer fortes dores a qualquer momento. Além do risco de novas lesões e a possibilidade de ficar com dificuldades em caminhadas em terrenos íngremes, resolvi que tinha que operar mesmo.
Essa foi minha primeira cirurgia. E espero que nunca mais precise operar nada, nem uma unha encravada.
Algumas pessoas me perguntam como foi o processo cirúrgico, se doí muito, se a recuperação é tranquila...
O que posso dizer é que no dia da operação não senti-se nada, o problema são os dias seguintes.
Eu entrei num dia para internar e saí umas 8 horas após recuperar as funções do corpo. Os médicos esperam que você consiga urinar, devido a anestesia. Horas depois eu já estava "normal", comia, bebia, dava risada, não setia nenhuma dor.
Já colocam gelo no joelho, e todo dia precisa por 3 vezes ao dia, prepare as formas na geladeira, pois serão muitos dias de gelo.
Um dia após a cirurgia você vai sentir muita dor, afinal o joelho foi aberto para poder retirar parte do menisco que estava rompido(não tenho nenhuma prótese ou pino no menisco, foi retirado apenas uma parte dele), e tenho parafuso e pino no fémur e tíbia(para fixação do novo ligamento, que é um enxerto do ligamento patelar). O médico me receitou analgésicos e anti-inflamatório(por 5 dias). Depois do 3º dia o joelho já não está doendo tanto, não quer dizer que 2 meses depois ele não vá dar umas dores estranhas. O processo é esse mesmo, quem quiser operar tem que saber que vai doer sim, não é nada insuportável, porém a dor constante me dava um pouco de náusea. Nos 2 primeiros dias quase não comi muito pois estava sempre enjoado devido a dor. Dormir também é complicado, pois a perna não podem mexer, então tem que ficar a noite toda numa posição só, eu dormia sempre de lado, com a perna operada por cima, com um travesseiro no meio.
No 2º dia voltei no médico para ele me examinar os pontos e trocar curativo, já passou sessões de fisioterapia a iniciar no 5º dia. Tem que andar com duas muletas para não por peso na perna Todo dia tem que trocar o curativo, minha esposa é que foi minha enfermeira. Sempre tomava banho e logo após limpeza e troca de curativos.
Com 5 dias de cirurgia voltei no médico, ele examina novamente os pontos, disse que estava ótimo, não precisava tomar nenhuma medicação. Apenas gelo (3 vezes ao dia) e muita fisioterapia.
A recuperação e o sucesso da cirurgia depende muito da pessoa, do pós operatório. Eu estou de licença médica até hoje, não estou trabalhando, não fico andando muito, nas primeiras semanas vc tem que fica o dia todo deitado ou sentado. Muitas pessoas que estão na fisioterapia não melhoram nunca, porque dizem que não conseguem ficar paradas o dia todo. Eu também achei isso horrível, o pior de tudo é ter que passar os dias parado, de preferencia sem mexer a perna.
Eu li muitos livros, passava quase o dia todo no sofá, colocando gelo, lendo, vendo tv, mas evitava levantar.
Minha esposa me ajudou muito nesse processo, assim como me ajuda até hoje em tudo. Deixava jarra dágua do lado, trazia as coisas pra mim etc. Tem que ser assim, senão corre o risco de lesionar o local e ter que repetir a cirurgia.
Eu só saía de casa para fisioterapia. No meu caso descia o elevador até a garagem, e de lá andava 50m até o Taxi que me deixava na porta da fisio e trazia para a garagem novamente.
Com 15 dias tirei os pontos, dos 9 pontos que levei nas incisão (são 2 furos pequenos, 4 cortes pequenos dos quais levei 1 ponto em 3 deles e 2 pontos em um lateral, no ligamento da patela onde foi tirado o enxerto foram 4 pontos). Tira uma muleta para começar a por peso na perna, aos poucos.
Passados 30 dias da cirurgia a perna está começando a desinchar mais, já começa a ter mobilidade e já treinamos andar sem as muletas. Eu comecei a fazer hidroterapia, ajuda a soltar mais a perna, melhorando os inchaços e dando força muscular, pois a perna fica um pouco atrofiada.
Hoje estou ainda fazendo fisio, já se passaram mais de 35 sessões no pós operatório, e um mês de hidroterapia. A perna já está quase toda desinchada, a marca dos pontos já vai sumindo, já consigo andar pra todo lado, não abusando muito senão a noite dói um pouco a perna.
A previsão de alta mesmo, para atividades mais pesadas como subir ou descer terrenos acidentados, que faz parte do meu trabalho, só terei essa liberdade com 4 meses de tratamento. Vou completar 2 meses e o médico liberou para serviços burocráticos, e olhe lá viu, pois esses dias fiquei algumas horas sentado na frente do micro para resolver umas coisas do trabalho e já senti dores no joelho. Falei com o médico e ele me disse que é normal, embora cada semana que passa vamos melhorando aos poucos, ainda existe um processo de cicatrização interno, e é demorado mesmo.
Para voltar a jogar bola ou coisas do tipo, só mesmo com 6 meses.
Acredito que daqui a uns 30 dias já posso voltar a trabalhar, tendo o cuidado de evitar grande esforços.

Após esses 4 meses de fisioterapia, o médico aconselha a fazer musculação. Acredito que para deixar a musculatura da coxa normal, pois ela está um pouco atrofiada, e deve ficar assim mais um tempo.

Quem realmente precisar operar, o jeito é encarar esse desafio com planejamento. Não adianta querer ficar fazendo muitas coisas logo após a intervenção pois só piora as coisas. Fisioterapia é chato pra caramba, mas não tem jeito, tem que fazer mesmo, todo dia.
Gelo depois de um tempo passa a ser um incomodo, mas tem que colocar 3 vezes ao dia.
É dureza, mas é bom estar avisado que com disciplina e paciência vai dando pra levar os dias.

Espero ter ajudado quem esteja com dúvidas sobre o procedimento!

Terça-feira, Agosto 09, 2011

Dívida dos EUA: o tamanho real da encrenca


26 DE JULHO DE 2011, 15:31

ESCRITO POR MARCELO TAS

Dívida norte-americana: muito se fala, pouco se entende. Vai abaixo um infográfico para tentar te ajudar a entender e visualizar o tamanho da encrenca. Não tenha dúvida, meu caro amigo, minha cara amiga: não é porque vivemos no país do PAC, do bolsa família, da prosperidade Antonio Palocciana… Se os EUA dançam, o mundo inteiro vai atrás deles até o fundo do buraco. Nunca antes na história desse planeta valeu tanto aquela expressão… No mundo globalizado com economia on-line, estamos todos no mesmo barco.

Agora, vamos enxergar o tamanho do buraco dos nossos irmãos do norte através de um infográfico criado pelo WFTnoway com dados do US Debt Clock, o reloginho que marca em tempo real o tamanho da dívida do estado norte-americano.

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100 dólares: nota de dinheiro mais conhecida do mundo.

10 mil dólares: grana suficiente para torrar numas férias caprichadas ou num carro usado. É o valor médio equivalente a um ano de trabalho de um cidadão no planeta Terra.

1 milhão de dólares: prêmio de reality show brasileiro. É o valor equivalente a cerca de 92 anos de trabalho de um humano médio no planeta Terra.

100 milhões de dólares: opa, já dá para arrumar a vida de qualquer bom gastador. Ladrão que botar a mão numa bolada dessa já vai precisar de uma empilhadeira para levar o tutu para casa.

1 bilhão de dólares: agora a coisa ficou séria. Brincadeira de cachorro grande, o clube do bilhão é só para pesos pesados.

1 trilhão de dólares: Se você gastasse 1 milhão de dólares desde o dia 1 do ano que Jesus nasceu, não teria gasto até hoje a soma de 1 trilhão de dólares, mas apenas cerca de 700 bilhões.

Quando o governo dos EUA reconhece um déficit de U$ 1,7 trilhão, isto representa apenas o valor que ele tomou emprestado em 2010 para manter a máquina do estado em movimento.

Repare: vemos aí uma pilha dupla, em unidades encaixadas de 100 milhões de dólares.

Para facilitar sua visualização do tamanho da encrenca: o trilhão de dólares comparado a um jato ou um campo de futebol.

15 trilhões de dólares: Se o governo americano não resolver o deficit, a dívida alcançará 15 trilhões de dólares até o natal de 2011. Estoura o teto máximo permitido por lei, hoje fixado em U$ 14,3 trilhões. Um volume capaz de assustar a Estátua da Liberdade.

114,5 trilhões de dólares: é o endividamento dos EUA sem lastro, que fica a descoberto, sem garantias. Representa o valor necessário para o país financiar previdência social, serviços médicos e remédios, fundo de desemprego, despesas militares e pensões para os civis… Enquanto isso, eles continuam acelerando nos gastos. Só a guerrinha no Afeganistão custa a bagatela de U$ 2 bilhõezinhos por semana!

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Entendeu o drama? Então responda o que você faria se fosse o Obama: como resolver uma dívida dessas?



VC queria estar no lugar dele ?

Quarta-feira, Agosto 03, 2011

Etanol ou Gasolina? Como escolher

Retirado do site Motor Club -
Um comentário que faço é quanto à questão de segurança no abastecimento.
Evitar abastecer o carro nos finais de semana, pois existem donos de postos inescrupulosos que colocam combustível adulterado na sexta a noite, pois não existe fiscalização nos finais de semana. Outra dica é escolher um posto de preferencia e abastecer sempre nele, se possível pedindo sempre nota fiscal, pois se houver algum problema com a qualidade do combustível, dá para provar que foi adquirido naquele local específico.
Já ouvi dizer também que abastecer pela manhã, com o sol fraco é melhor que no final do dia, devido a diferença de temperatura no combustível, daí a bomba pode registrar alguns ml a mais, porém não sei se é verdade. Usar Álcool, preferencialmente, em regiões planas e de clima mais quente, gasolina em climas mais frios e regiões com um relevo bem acidentado, com muitas ladeiras e morros. Dizem que para viagens longas, na estrada, o ideal é o etanol, no trânsito pesado das cidades gasolina

Enfim, calibrar sempre os pneus, eu sempre coloco 2 lbs a mais que o especificado, quando na estrada dar preferencia usar ar condicionado ou pelo menos andar com os vidros fechados, não acelerar tanto e trocar as marchas de preferencia com 2.500 rpm. Entre outras coisas o consumo varia de motorista pra motorista. A seguir a fórmula de medir o que é realmente vantajoso, gasolina ou etanol.

A leitura desse texto demora uns 5 minutos, mas vale a pena ler com calma e testar esse método de consumo de combustível.

Consumo-km/l - Importante Saber ou uma Armadilha ?
Texto: Deró*

Em todas as áreas temos mitos difíceis de quebrar, no mundo automotivo não é diferente, por todo lado vemos a mídia "especializada" divulgar a panacéia do percentual de corte em 70% na relação de custo gasolina x álcool, como referência para uso de um ou outro combustível, bem como apontar o km/l como algo absoluto, a verdade é que esses valores estão anos luz longe da realidade, longe do que realmente interessa ao motorista: a economia real.

Aqui proponho uma "revolução" na cultura do Km/l, ao invés de usar este cálculo complicado e enganoso, proponho usarmos o R$/Km, assim em uma simples conta se fica sabendo qual combustível é ou não mais vantajoso. Dai vão pensar: "mas eu já faço isso usando o km/L", sim meu amigo, mas o km/l infelizmente não te diz se seu dinheiro está ou não sendo bem aproveitado, ele só diz se o combustível está sendo bem aproveitado pelo motor e não te diz se esse resultado é ou não mais barato para você, mas o R$/Km diz pois o resultado é em dinheiro, em centavos de Real, coisa que todos entendemos, e muito bem.

A pergunta que sempre me fiz foi: toda a mídia "especializada" faltou as aulas de matemática ou o Km/l é um daqueles casos de arredondamento grosseiro ? creio que nem uma coisa, nem outra. Esse parece ser mais um caso de vácuo lógico, de uma meia verdade tão repetida que sequer nos demos o direito de checar a informação, a tomamos como absoluta sem pensarmos a respeito.

Embora o consumo aponte vantagem da gasolina quando usamos o cálculo km/l, ou que a diferença entre eles seja maior que 70%, do ponto de vista financeiro nem sempre é vantajoso usar gasolina. Propomos aqui uma terceira via, outro método igualmente simples de calcular, embora mais preciso que os outros dois, o método dinheiro / km, conhecido como custo do km rodado.

Imagem

A conta correta para apontar o combustível mais vantajoso depende não só da diferença de valor entre combustíveis, nem do valor km/l como aponta a mídia "especializada", mas também:
1 - do clima da região onde o carro circula - o carro abastecido com álcool tende a ter ótimo consumo em lugares com clima mais quente, o inverso também é verdadeiro;
2 - da geografia da região - se a região for montanhosa abastecer com álcool não costuma ser vantajoso, haja vista que o álcool tem menor poder calorífico que a gasolina e nessas situações limite essa característica ruim se pontencialize;
3 - de como cada carro se comporta com cada combustível - algumas características de engenharia do motor, do setup fino da eletrônica costumam beneficiar um ou outro combustível, isso interfere na resposta/condução do motorista e consequentemente no consumo.

O cálculo do método do custo do km rodado - R$/Km
Como o exposto a forma fácil de se chegar no valor mais vantajoso é:
a - encher o tanque, anotar a km, rodar, encher novamente, anotar quanto gastou e quantos km andou e por fim fazer a conta do km rodado (dinheiro/km),
b - faça isso com cada combustível e com a mistura de ambos em diferentes concentrações,
c - apure então o valor do km rodado com todas as combinações, o menor valor de km rodado é o mais vantajoso para o seu carro, na sua forma de condução, no seu clima, na geografia da sua região.


Note que assim não é necessário saber se na bomba qual combustível é mais vantajoso, se estão ou não a 70% de diferença o valor de ambos, se o carro faz x ou y km/l, NÃO faz diferença, o que importa é o valor em dinheiro do Km rodado, esses sim sai do seu bolso e faz diferença, o resto é questão técnica adjacente que nem sempre ajuda o motorista comum.

Para este método dar certo é necessário esquecer o valor puro e simples do combustível na bomba, bem como esquecer o valor puro e simples do consumo km/l, eles tendem a ser enganosos, principalmente combustível de promoção que ou é velho, ou é batizado, o que piora exponencialmente o consumo.
Problema do método dos 70%
Cada carro tem sua característica, cada clima e a geografia de cada regição faz com que o consumo do carro responda direferentemente a essas situações, assim carros iguais se comportam diferentes quando se muda clima e geografia, o método dos 70% de diferença de preço entre álcool e gasolina é no mínimo impreciso pois não pensa essas variações. Podemos ter um caso onde o preço na bomba entre álcool e gasolina tenha diferença maior que os 70%, mas mesmo assim seja preferível usar o combustível mais caro pois o consumo por km rodado com ele é mais econômico, neste caso o carro pode ter eficiência ruim ao usar álcool (baixa taxa, injeção eletrônica defasada, manutenção inadequada). No sul do Brasil estando o álcool dentro do custo dos "70%" do valor da gasolina isso pode induzir qualquer dono a usar álcool, mas a temperatura baixa do inverno faz o carro gastar muito, então fica sempre a dúvida de qual combustível é ou não melhor, neste caso o método dos 70% é inútil para responder esta dúvida.


Problema do método km/l
Neste caso o problema é que muitas vezes usando este método nos pegamos em situação na qual mesmo o valor apontando a favor da gasolina, o que em tese seria mais vantajoso usá-la, usando o método dinheiro/km o resultado aponta que o álcool sai mais barato por km rodado que a gasolina, neste caso o carro tem boa eficiência com álcool ( alta taxa, injeção eletrônica mais moderna, etc), a diferença de consumo entre álcool e gasolina é menor que a diferença de preço entre ambos os combustíveis. O Km/L indica eficiência de um motor com determinado combustível, é um dado bom para a compra do carro, bem como para saber se é ou não hora de fazer manutenção no veículo, mas é um dado que não responde as dúvidas quando se trata de decidir na bomba qual combustível usar.

Vantagem do método dinheiro/km
Este método anula o problema dos dois anteriores já que analisa pura e simplesmente o que nos interessa que é o menor valor possível que se gasta para rodar cada km, e este valor é absoluto pois nele estão englobadas todas as variantes.

Desta forma temos uma maneira de sintetizar todas as variantes em um só cálculo, simples e preciso, de modo que cada carro terá em sua região de uso um valor de custo específico para cada km rodado com dado combustível, assim o motorista poderá optar conscientemente por determinado combustível, não mais sendo induzido a erro nem por valores de km/l, nem por meros valores de preços de combustível na bomba, nem pela mídia dita especializada.

Vou fazer uma projeção como exemplo.

supomos:

álcool - andou 200km, gastou 21L, pagou 40,95 (1,95 o L). Então a conta é 40,95/200= 0,20 centavos por km. - apesar de fazer 9,52km/l.

gasolina - andou 220km, gastou 18L, pagou 49,50 (2,75 o L) então a conta é 49,50/220= 0,22 centavos por km. - apesar de fazer 12,22 km/l.

mistura de ambos a 10% de gasolina, 90% de álcool- andou 210, gastou 20L, pagou 40,60 (18 de álcool a 1,95 + 2 de gasolina a 2,75). Então a conta é 40,60/210= 0,19 centavos por km. - apesar de fazer 10,5km/l.

No exemplo acima o combustível mais vantajoso (em dinheiro) para o carro hipotético é a mistura de ambos os combustíveis a 10% de gasolina.


O que é interessante é que se fóssemos medir pura e simplesmente o km/l teríamos a certeza de usar gasolina, pois foi o maior alcance em km dos 3, com a menor quantidade de combustível dos 3, muitos donos iludidos com o km/l caem nessa armadilha, afinal são 12,22 km/l na gasolina, número enganoso, técnica enganosa.

Quando fazemos a conta do dinheiro por km a gasolina ficou em último lugar dos 3, vemos que o custo do km rodado é melhor no mix álcool+gasolina (0,19 centavos por km), depois no álcool puro (0,20 centavos por km), em em último na gasolina (0,22 centavos por km). No fim mesmo o que importa é quanto gastamos por cada km rodado e não o consumo em sí.
O bom do método do centavos por Km rodado é que o motorista que tem carro FLEX não precisa saber nada sobre consumo, economia, nem muito menos acreditar na tal da conta do preço do álcool ser ou não 70% inferior ao da gasolina-conceito enganoso e tosco, basta dividir quanto pagou para encher o tanque por quantos km andou, o resultado é o tal centavos por km, este método para carros flex é ótimo pois funciona para álcool e gasolina. Dai quanto menos se gastar por km este é o combustível ideal para o carro.

Sábado, Junho 18, 2011

Cirurgia Joelho

Atendendo a alguns pedidos que me fizeram solicitando mais detalhes sobre a cirurgia no joelho, vou colocar aqui o que realmente foi o momento da operação.

Data da cirurgia 15 de junho de 2010.

Bem, foi relativamente rápido, porém o fato de ter sido levado para a sala de cirurgia lúcido, andando como quem vai passear... nossa aquilo foi "trash" viu.

Me levaram andando, sem nenhuma medicação conversando como quem vai no parque aos domingo. A sala era grande, com uma maca com lugar para os braços e pernas, parecia um crucifixo, sendo que a metade inferior era dividido, a parte das pernas abria, então a pessoa acaba ficando que nem uma estrela do mar, todo arreganhado na maca, e parece que amarram a pessoa nela.

Na hora que me sentei naquela maca, um lugar frio, cheio daquelas luzes de mesa cirurgia, tinha umas 6 pessoas dentro da sala, todas fazendo alguma coisa. Uma instrumentadora cirúrgica ia colocando as ferramentas numa mesinha ao lado maca, ali tinha uma furradeira, vários bisturis, fórceps, uns instrumentos pontiagudos enormes, muitos ferros e outras coisas que nunca tinha visto(melhor nem lembrar). Depois eles colocaram um aparelho de ressuscitação próximo a maca, outro de monitoramento cardíaco, e me deitaram na cama para começar a colocar o soro. Nessa hora já senti que iria desmaiar, e me deu uma vontade enorme de me desculpar e dizer que não iria operar mais, queria ir pra casa, estava conformado que não iria mais andar normalmente e iria viver feliz se nunca mais tivesse que entrar naquele ambiente novamente.

Bom, acho que de tão assustado não falei nada e deixei que espetassem meu braço, que pelo fato de estar mesmo quase desmaiando, minha pressão estava caindo. Lembro que falei que estava passando mal, pedi para pegarem minha pressão, a enfermeira chefe mandou a auxiliar me monitorar, em segundos veio o veredito: “ - pressão 10:4, ele vai apagar”.

A enfermeira chefe pediu que eu respirasse fundo e olhasse para o outro lado, até que foi bom pois era o lado que tinha o monitor para as câmeras que iria entrar em minha perna, além disso já tinha furado meu braço em vários lugares, pois como a pressão, que já é naturamente baixa, caiu mais e o calibre das artérias diminui portanto escapa da agulha e tomé-lhe mais furadas no braço. Depois de muitos furos, eu estava melhorando e o medo passou mais, então conseguiram pegar minha veia. O anestesista já estava na sala, eu perguntei mais uma vez se não podia tomar a tal da “hacker” deitado, e de preferência apagado. Disseram que iriam me sedar, mas que eu teria que estar acordado pois a melhor posição para aplicar é sentado. Azar o deles, só me lembro até aqui, já estava grogue, acho que deram um mínimo de anestésico, apaguei e só me lembro de estar acordando no quarto, umas 4 horas depois. Ou foi isso ou a anestesia geral deu um black-out na minha mente e não me lembro do que houve depois que aplicaram o soro.

Sobre a anestesia, embora tivessem me dito que seria uma raqui, informaram depois que foi uma peridural. Parece que a diferença é que essa é apenas para tirar a sensação de dor, não paralisa os músculos, além de ser um nível de aplicação diferente. Sei que dias depois e minhas costas ficou dolorida e com um “calombo” que dói toda vez que me deito ou encosto no sofá. Só passou uns 15 dias depois (postagem só publicada agora).

Essas anestesias deixam a pessoa um pouco "lenta", com dificuldade de lembrar de algumas coisas e um dor de cabeça forte esporádica, mas chata pra caramba. Acho que fiquei assim por mais de um mês.

Agora é esperar que dê tudo certo, me recupera bem e se Deus quiser, até o final dos meus dias não preciso entrar nesse ambiente hospitalar novamente.